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Workaway é confiável? Tudo o que você precisa saber (e uma experiência frustrante)

Workaway é confiável? Tudo o que você precisa saber (e uma experiência frustrante)

Diário de Workaway, Histórias de viagem, Morando no Chile

Workaway é confiável? Como funciona? Quanto custa? #comofaz? A gente responde tudinho, com direito a experiências boas e frustrantes.

O site é uma plataforma que conecta viajantes sem dinheiro que querem trabalhar e pessoas que precisam de ajuda com seus negócios ou nas suas casas.

Mas a troca não envolve dinheiro e sim alojamento grátis (e em alguns casos as refeições também), o que é excelente para baixar os custos de uma viagem longa e também relaxar um pouco, já que viajar cansa! 😉

Como funciona o Workaway?

É simples, você se inscreve no site e começa a busca pelos seus possíveis hosts, a pessoa que te receberá como funcionário/ajudante. E tem gente procurando de tudo, desde o simples e comum trabalhar em hostel como:

Sério, as opções são infinitas e tem gente procurando ajuda em todos os continentes. Você achará seu trabalho perfeito!

E pra te ajudar a começar, tem 7 dicas ESSENCIAIS pra não errar na busca do job ideal!

Workaway - Trabalhar em La Rioja
Uma das minhas experiências em workaway me fez aprender sobre parapente! E até voei 🙂

O site recomenda aos hosts que seja, no máximo 4 horas diárias de trabalho, mas não é sempre assim. O legal é ver no detalhe antes de aceitar. Muitos hosteis pedem 8 horas por dia, mas te dão 4 folgas por semana.

E a alimentação não está sempre incluída, vale a pena mencionar esse detalhe pra ver se na vaga que você busca tem ou não pensão completa.

Workaway - Trabalhar em Pucón
Trabalhar algumas horas e ter um fim de tarde assim todos os dias… vale a pena sim ou sim?

Quanto custa?

Se você viaja sozinho/a, custa 29 dólares. Mas o site também dá a opção de se registrar como casal, que custa um pouquinho mais, 38 dólares.

E com isso você pode se inscrever em quantos jobs quiser.

Estamos também no IG @omelhormesdoano contando tudo sobre a nossa rotina de viagem

Como entro em contato com meu futuro chefe?

Você pode pesquisar as vagas sem pagar a taxa, mas só consegue entrar em contato com quem oferece o job (o host), quando pagar. Aí é só mandar um email falando sobre o seu interesse e suas datas e torcer pra dar certo.

E pra saber se o seu host é bacana, além da descrição do trabalho, no final de cada perfil tem as avaliações das pessoas que trabalharam lá antes, olhando as referências você já sabe se é a sua praia ou não.

O OMMDA tem uma parceria com a Booking onde, se você reservar por esse nosso link aqui, não pagará nada a mais por isso e ajuda o blog a estar online! Ajude a gente na sua próxima viagem, please 🙂

Workaway - Trabalhar em Jericoacoara
Fui pra Jeri e me apaixonei pelo lugar. E tem como não curtir uma praia dessas?

Qual é a melhor opção?

O melhor emprego depende muito do seu perfil. Pra mim, que adoro conversar com gente e treinar meu inglês e espanhol, hostel é a melhor opção. Conhecer gente do mundo todo, aprender a lidar com as diferenças culturais… tudo é um aprendizado sem tamanho, que me mudou e me fez compreender o mundo melhor.

Se você quiser uma imersão na cultura local, trabalhar na casa de alguém ensinando idiomas, instrumentos ou cuidando de animais ou crianças pode ser uma experiência mais intensa e mais regional.

Tá gostando? Siga a gente no Facebook também! 🙂

A minha experiência em Jericoacoara – Ceará

Em Jeri a experiência foi maravilhosa, quase 2 meses por lá, vivendo a beira-mar e aproveitando tudo o que essa vila linda tem para oferecer.

Minha rotina era acordar cedo (e você acha que tudo são flores?) e ajudar na preparação do café da manhã.

E quem virou a especialista em tapioca depois disso?

Workaway
E essa era a vidinha mais ou menos pós trabalho

Limpeza geral, check ins e check outs, arrumar as camas, pintar paredes, envernizar cadeiras… Eu fazia de tudo um pouco nas 4 horas diárias de trabalho. E depois? Praia, óbvio!

Os posts de Jericoacoara são focados pro público mão de vaca. Se você não quer economizar, esse link não é pra você!

A minha experiência em Pucón – Chile

Em Pucón foi completamente não planejado: eu já estava em Pucón, me hospedando em Couchsurfing, quando o tempo começou a virar e acabar com meus planos de ir para a Argentina. Fiquei um dia inteiro no dilema “o que que eu faço da vida agora?!” e decidi entrar na página do Workaway.

workaway
Meu job: cuidar da gata e manter a estufa acesa (coisa que não dava pra esquecer no friozão que fazia!)

Lá tem uma seção “last minute”, que são hosts desesperados que estão buscando gente pra começar imediato e encontrei o Lacustre, que estava buscando alguém pra começar na segunda (isso era um sábado a noite).

Nesse caso (raro) nem mandei mensagem, fui direto pro hostel pra ver. O trabalho era muito tranquilo: manter o hostel limpo, cozinhar o almoço, dar comida pros mascotes e ver muita Netflix (sim, é verdade hahaha). As três semanas passaram voando e fiz amigos pra vida lá.

O mês em Pucón foi de extremos, de um dia de sol para escalar um vulcão até uma chuva interminável pra conhecer o Parque Nacional. O que sabemos é que vale a pena, faça chuva ou faça sol!

Workaway é confiável
E eu *tento* desenhar um vulcão…

A minha curta experiência em Córdoba – Argentina

Pra contar que nem tudo são flores… Queria trabalhar em Córdoba por 3 semanas e busquei um hostel que encaixasse com o meu perfil. Na teoria, era perfeito, na prática, quando cheguei, o hostel era um muquifo.

O quarto fedia mofo, o lugar era muito desorganizado e super informal, um outro menino que trabalhava lá não tava gostando… Fiquei lá uma noite e desisti. Falei pro meu host que não era aquilo que eu estava esperando e que eu não ia ficar. Ele aceitou de boa e eu segui viagem para:

A minha experiência em La Rioja – Argentina

Você certamente nunca ouviu falar de La Rioja... mas deveria!
Você certamente nunca ouviu falar de La Rioja… mas deveria!

Em La Rioja foi uma super experiência, aprendi demais por lá! O hostel que me recebeu era de parapentistas, então nem precisa falar que estar nas nuvens era o assunto em 99% do tempo.


Use os nossos parceiros para viajar tranquilo e ajudar o OMMDA:

BookingReservando com esse link aqui da Booking, você não pagará nada a mais por isso e nos ajuda (e muito) a manter o blog!

Anonymous-aiga-first-aid-bg-300px A Real Seguros é um comparador de Seguros Viagens e com o nosso link você já ganha 10% de desconto em qualquer compra!


Aprendi (mais ou menos) como inflar um parapente e voei (não sozinha, num voo duplo).

Minha rotina era cuidar do café da manhã (com muuuuuitas medias lunas) e, a noite, cobrir duas horas entre dois funcionários, na recepção. Manter o hostel limpo, guardar coisas na cozinha, ir no mercado… tarefas simples, mas que me mantinham ocupada todo o tempo.

Workaway
A brasileira cozinhando receita colombiana <3 arepas <3 na Argentina. Sim, faz parte do job!

Dicas!

  • Um profile bem preenchido no Workaway é poderoso! É como se fosse o seu currículo, ressalte suas habilidades e seja franco com o que você gosta de fazer… não adianta falar que gosta de tudo se vai ter nojinho de lavar banheiro! ;
  • Fique atento às referências, ela são a melhor maneira de saber se você entrará em uma furada ou não;
  • Trabalhos em casa (para reformas ou jardinagem) normalmente demandam alguma experiência prévia, discuta isso com seu host pra alinhar as expectativas;
  • A cagada má experiência em Córdoba teria sido evitada se não tivesse fechado tudo às pressas, os detalhes são muito importantes pra você não ter um mês infernal;
  • E a mais importante: comunique-se! Pergunte tudo, tudinho, tooooodas as dúvidas que passarem na sua cabeça. Essa é a melhor forma de encontrar o trabalho perfeito e continuar a sua viagem tranquilo.

E aí, já usou o Workaway? A gente adora receber posts de convidados e se você quiser dividir a sua experiência, entre em contato com a gente!

E afinal de contas, Workaway é confiável?

Sim, o workaway é confiável desde que você use bem a plataforma! Eu recomendo MUITO, é uma maneira muito legal de aprender línguas, conhecer gente e se manter viajando, que é o melhor!

Gostou desse post? Compartilhe na suas redes sociais!

About the author

Viciada em viajar, mas que sossegou – só um pouco – no Chile pra abrir um hostel. Já esteve em 9 países e 90 cidades fora do Brasil. Não sabe nadar (mas sabe andar de bicicleta). É facilmente comprável com doces e bom café. E é mão de vaca (isso é um dado importante).

173 Comments

  1. Edu Bah - Diários de Carona
    9 de Janeiro de 2016 at 12:38
    Reply

    Parabéns! São dicas como as suas (realmente pessoais) que dão as dimensões exatas que somente a experiência, o tombo e o acerto, são caminho certo. Toda experiência pessoal é um argumento a mais para quem está construindo a própria estrada. São postagens, pessoas, sites como o são que dão gosto de clicar e escutar e ler o que estão passando. Parabéns.

    • Camila Lisboa
      9 de Janeiro de 2016 at 17:09

      Vindo de você o elogio é em dobro 🙂 Obrigada!

    • Aline
      14 de agosto de 2017 at 13:13

      Olá, todos os jobs do site workaway são voluntários? Apenas incluindo estadia e alimentação? Se sim, o que você indica fazer no caso de haver necessidade de ganhar alguma coisa durante a estadia no local? Eu por exemplo gostaria de ir para os EUA, porém gostaria tbm de ganhar algo para conseguir me manter por lá durante o tempo estipulado.

    • Camila Lisboa
      8 de setembro de 2017 at 16:27

      Para ir os Estados Unidos você vai precisar provar que tem dinheiro para sobreviver nesse período que vai estar por lá, acho que ir, sem ter condições de provar isso pode ser complicado… além de que é exigida a passagem de volta né.

      Precisa planejar direitinho pra não cair numa furada!

    • Ricardo Ribeiro
      14 de outubro de 2017 at 05:32

      Oi Camila… você refere que a alimentação não está sempre incluída… será que isso mudou? Porque a última vez que li as condições, isso era obrigatório. Para além de viajante, tendo uma casa para aluguel de férias que por vezes necessita de muito trabalho, cheguei a pensar usar o Workaway como “patrão” mas por isso da alimentação acabei desistindo!

    • Camila Lisboa
      29 de outubro de 2017 at 18:35

      É “obrigatório” mas nem tanto… eu, pelo menos, aqui no meu hostel tenho só o café da manhã incluído para os voluntários… já tentei fazer com refeição completa, mas fica inviável porque perde total o planejamento…

      O ideal é entrar em contato com os hosts e perguntar isso com detalhes, já que a maioria não inclui nada além do café da manhã.

  2. Suzana
    9 de Janeiro de 2016 at 12:48
    Reply

    Adorei seu post! Da vontade de ir já , o mais difícil é escolher pra onde 😉 parabéns!

    • Camila Lisboa
      9 de Janeiro de 2016 at 17:08

      Oi Suzana! Obrigada pelo elogio 🙂

      E sim, fico hooooras e horas olhando o site vendo cada coisa bacana em lugares lindíssimos, é bom pra dar mais vontade de viajar ainda!

  3. marcio
    10 de Janeiro de 2016 at 14:16
    Reply

    Oi, quem tem dificuldade em aprender outra língua, pode ter chance nesta plataforma

    • Camila Lisboa
      10 de Janeiro de 2016 at 15:02

      Eu aprendi MUITO com o workaway. E sim, línguas é um dos principais. O legal é ver com o host se você pode ir sem conhecimento da língua local, é sempre bom checar, porque as vezes a pessoa não recebe por isso… Mas sempre tem gente disposto a receber sim!

  4. Neia
    11 de Janeiro de 2016 at 17:49
    Reply

    Olá
    Primeiramente parabéns pelas publicações!
    Estou indo para meu primeiro workaway e antes de fechar comigo o anfitrião solicitou que eu enviasse uma copia do meu passaporte e o status do meu visto, dizendo ser esse um procedimento normal para hospedar workaways internacionais.
    Isso já aconteceu com vc?
    É normal?

    • Camila Lisboa
      12 de Janeiro de 2016 at 10:03

      Oi Neia, que legal que você gostou do blog! 🙂

      É normal sim, mas nunca aconteceu comigo. Mas te digo de experiência de amigos, principalmente na Europa e Estados Unidos, que sim, eles pedem isso pra não se envolverem com problemas de imigrantes ilegais, isso suja bastante a imagem de um estabelecimento comercial…

      Infelizmente é um procedimento meio que padrão pra esses países, não esquenta, mas é uma forma de proteger os dois lados.

      Mas se é aqui na América do Sul, acho mais estranho, mas aí você pode falar que por conta do mercosul conseguirá 90 dias de visto na fronteira e que pode mostrar isso na chegada.

      Boa sorte com o workaway e se quiser contar a sua experiência aqui, será mais do que bem vinda!

      Beijos!

    • Neia
      12 de Janeiro de 2016 at 11:10

      Obrigada pelo retorno Camila!
      Na verdade é nos Estados Unidos mesmo. Mas você tem razão, deve ser por conta dos ilegais.
      Pode deixar que depois lhe conto minha experiência, será um prazer!
      Grande abraço!

    • Paulo sergio
      15 de setembro de 2016 at 10:03

      Ola; Qual o tipo é visto necessário para fazer esse tipo de viagem de trabalho voluntário? Desde já grato pela atenção..

    • Camila Lisboa
      19 de setembro de 2016 at 21:37

      Em teoria, nenhum… é um trabalho voluntário, não é remunerado. Mas eu não diria na entrada do país que iria trabalhar… rs… melhor falar que está de turista pra não ter complicação

  5. Murilo Pagani
    12 de Janeiro de 2016 at 12:54
    Reply

    Ótimo texto Camila!!! Muito esclarecedor…
    Principalmente pra galera entender como a gente consegue trabalho enquanto viaja… hahahaha

    Estou finalizando um texto sobre o Worldpackers, acredito que você já tenha visto…

    Bem parecido com o Workaway, mas a maioria dos trabalhos são em hostels. E na maioria dos hosts eles também oferecem o café da manhã.

    Abz
    Murilo

    • Camila Lisboa
      12 de Janeiro de 2016 at 13:18

      Oi Murilo, que bom que você gostou!

      Eu já vi sim o Worldpackers, mas tem algo que me incomoda E MUITO nessa plataforma: os custos. Pra mim, que viajo assim, não me vejo gastando USD 50 por cada vez que faço esse tipo de trabalho (eu sei que tem como conseguir desconto, mas já me assustei com o valor inicial). Eu sei que tem muito blogueiro não precisa pagar essa taxa, mas no final, também sou pessoa comum e acho o workaway mais acessível para todos, por isso escolhi a plataforma e recomendo.

      Mas tô curiosa pra ler da sua experiência!

      Beijos
      Camila

    • Josafá Felix
      19 de Abril de 2016 at 22:05

      Oi Murilo, tudo bem?

      Aproveitando seu comentário, tenho interesse em conhecer mais sobre o Worldpackers, seria possível me mandar o link deste seu texto assim que finalizar? Agradeço!

      Abraços 🙂

    • Jorge
      15 de agosto de 2017 at 17:12

      Olá, tudo bem? Meu nível de inglês é intermediário e desejo aperfeiçoa-lo em um país de íingua inglesa. Estou curioso quanto a forma de acesso e permanência no exterior sem ter mais que o visto para turista. Gostaria de maiores esclarecimentos. Obrigado. jorge_platero@hotmail.com.

    • Camila Lisboa
      8 de setembro de 2017 at 16:23

      O workaway na verdade não é trabalho, é voluntariado, então você não precisa de visto de trabalho.. cada país tem uma legislação específica, mas no geral não precisa se preocupar com isso

  6. Elton
    9 de Março de 2016 at 13:33
    Reply

    Oie camila tudo bem? Camila eu i meu amigo estamos pensando em ir juntos,mais nos nao somos um casal
    Somos so 2 amigos..seria melhor cada um fazer um perfil individual ou juntos? Porque queriamos fica no mesma familia
    ..

    • Camila Lisboa
      10 de Março de 2016 at 09:42

      É, isso pode gerar dúvidas mesmo… Eu acho que cada um fazer seu perfil pode ser melhor porque pode ser que em algum momento vocês decidam cada um seguir para um lado e ficaria melhor assim. São dois anos de conta no workaway, então é bastante tempo.

      Mas é a minha opinião, rs…

  7. anna luiza
    22 de Março de 2016 at 12:44
    Reply

    Oi Camila. Eu estou, neste exato momento, tentando fechar com algum host para ir para os EUA ou Canadá, para melhorar meu ingles, e ao mesmo tempo, claro, ter uma experiência lá fora.

    Mas fico meio na dúvida de como mandar a mensagem. Depois de umas 4 tentativas frustradas e sem retorno, eu tinha criado uma mensagem meio “padrão”, do tipo “sou brasileira, quero melhorar meu ingles e posso cozinhar, limpar, passear com os animais e blah blah blah” … Mas será que é uma boa ideia?

    Estava apostando tanto no workaway, mas os 4 ou 5 primeiros já nem responderam…estou meio perdida, e se tiver que apelar pra agência e fazer intercambio vai tudo por água abaixo, porque os preços são exoirbitantes

    • Camila Lisboa
      23 de Março de 2016 at 15:31

      Não é sempre fácil, Anna… tem gente que nem responde mesmo (isso aconteceu comigo várias vezes). Mas uma mensagem padrão também pode cair no “mais do mesmo” e aí que não respondem mesmo. O que eu tento fazer é um mix dos dois, um texto padrão do porquê estou tentando o trabalho, meus pontos positivos, essas coisas bem currículo mesmo, e complementar com algo específico do lugar, pra ser um pouco menos ctrl c/ctrl v, sabe?

      Boa sorte! Uma hora ou outra dá certo, não desiste não!

  8. Rafael
    22 de Março de 2016 at 12:44
    Reply

    Muito bom Camila, é sempre bom ver outras pessoas divulgando esse tipo de viagem! Gostaria de compartilhar nossas experiências também, não só com Workaway mas também WWOOF e HelpX. Estamos viajando há uns 10 meses pela Europa e temos um blog (jornadaviva.com) e contamos também nossas experiências em vídeos no Youtube (youtube.com/jornadaviva). Abraços!

  9. Leandro Pompeu Fuck Negosek
    22 de Maio de 2016 at 00:18
    Reply

    Olá Camila, gostei da matéria. Estou abrindo um hostel em Bombinhas e achei super bacana. Penso em oferecer esta permuta, acho que os dois ganham.
    Pompeu

    • Camila Lisboa
      22 de Maio de 2016 at 12:02

      Opa, convida a gente a conhecer o hostel 🙂

      E funciona superbem! Ajuda tanto o viajante, a conseguir diminuir os custos de viagem, quando ao dono do hostel, que consegue baixar (e muito) os custos! Todo mundo ganha 🙂

    • Jefferson
      2 de dezembro de 2016 at 04:18

      Sou fã de bombinhas, já fiquei no hostel banana house, se quiser passar mais informações fico grato.

  10. Deivson
    26 de Maio de 2016 at 19:57
    Reply

    quase largando tudo e indo! hahahah

    • Camila Lisboa
      29 de Maio de 2016 at 14:41

      Fiz isso faz 2 anos e não me arrependo não 🙂

  11. Durcy Arévalo
    30 de Maio de 2016 at 19:02
    Reply

    Oi, Camila. Ler seu post hoje foi a melhor parte do dia. Excelentes dicas e de forma prática. Pra mim caiu como o que faltava depois de tantas pesquisas e leituras sobre viagens, intercâmbios e a falta de grana. Não fiz o cadastro ainda, vou fazer amanhã por questões financeiras. Sabe me dizer se há bastantes ou se há vagas para Dublin? Tenho um intercâmbio com as passagens e escola pago de outubro a dezembro e queria tentar conciliar? Mas tb, caso não de certo, quero tentar algo antes em outro lugar. Li seu post sobre sua experiência em Jeri (adorei as dicas) e minha vontade da próxima viagem seria pra lá. Pra lá vc tb foi pleo WORKAWAY? No Brasil tb há WORKAWAY? A vontade que eu tive após ler seu post foi de largar tudo. 🙂

    • Camila Lisboa
      31 de Maio de 2016 at 12:30

      Oi Durcy 🙂 fico contente com os comentários!

      Tem vagas em Dublin sim, com uma pesquisada rápida vi que em toda a Irlanda tem 826 hosts! Então deve ter muitos em Dublin sim 🙂

      E em Jeri foi workaway também, dá pra se inscrever para qualquer parte do mundo, inclusive as mais próximas!

      Beijos e sorte!

  12. Mariana
    6 de junho de 2016 at 01:08
    Reply

    Oi camila, estou começando a planejar a minha futura (talvez) experiên, estou pesquisando sobre a e gostaria de saber referente ao visto…eu gostaria de ficar algum tempo fazendo workaway, mas não sei como providenciar o visto para tanto tempo como funciona?

    • Camila Lisboa
      13 de junho de 2016 at 17:15

      Isso depende muito de cada país, Mariana… Cada lugar tem sua regra e procedimentos, não tem nada assim muito geral.

      Mas te falo que no Chile, ano passado, quando me ‘estourava’ o tempo, eu ia pra Argentina por uns dias e voltava, rs… E assim vivia! Esse ano resolvi entrar com a papelada e já tenho o visto de um ano pra morar aqui no Chile, foi até que fácil 😉

  13. Aline
    14 de junho de 2016 at 23:14
    Reply

    Camila, adorei suas dicas!

    Me cadastrei no workaway esse mês e já consegui trocar mensagens com algumas pessoas.
    Eu fiquei desempregada e decide me aventurar numa loucura assim

    A minha dúvida é : Na sua experiência o melhor é viajar, mesmo que seja no mesmo País ou Continente, com uma boa quantia na conta bancária ou da pra se virar apenas com o valor das passagens e umas moedinhas por dia?

    • Camila Lisboa
      16 de junho de 2016 at 21:50

      Depende! Depende do país e de você…

      Os gastos variam e os hosts variam porque, por exemplo, aqui em Puerto Varas, onde estou agora, é tudo incluído, não preciso me preocupar com alimentação nem nada… ou seja, se não fossem as minhas gordices de chocolate quente (rs) eu teria gasto 0 até agora…

      Mas te lembro que pela regra do Workaway são no máximo 5 horas diárias, então sobra um tempinho pra fazer uns bicos e conseguir $$ 🙂

      Deu uma olhada na série de posts que tô fazendo do meu trabalho atual? Comece aqui 😉

  14. Ricardo
    12 de julho de 2016 at 08:56
    Reply

    Estou com uma dúvida, queria fazer isso em Portugal mas não tenho passaporte europeu, logo não poderia trabalhar… não tem problema quanto a isso?

    • Camila Lisboa
      18 de julho de 2016 at 18:06

      Oi Ricardo… em teoria o workaway é um voluntariado e, assim, você não precisaria de visto 😉

  15. Rafaele
    20 de julho de 2016 at 16:39
    Reply

    Oi, Camila!

    Gostei muito do seu post!

    Sou estudante de turismo e estou começando meu TCC, que vai ser sobre esse tipo de viagem, conhecida no ramo como Turismo Colaborativo. Porém, nunca fiz esse tipo de viagem, sou muito medrosa XD, mas tenho que fazer ao menos uma para escrever com mais propriedade.

    O pagamento do workaway é por meio de cartão de crédito? Tem que ser internacional?

    • Camila Lisboa
      25 de julho de 2016 at 20:07

      É por cartão de crédito sim ou por paypal 😉 é uma grana que vale a pena investir!

  16. Joyce Pestana de Souza
    2 de agosto de 2016 at 10:40
    Reply

    Olá Camila
    Tem sugestão de lugares para ficar hospedada no Canadá?
    Pretendo ir estudar por 1 mês.

    Obrigada

    • Camila Lisboa
      8 de agosto de 2016 at 15:35

      Oi Joyce! Especificamente no Canadá não pesquisei nada… mas dá pra entrar na página do Workaway e filtrar por país 😉 (e até por cidade!)

  17. Monick
    13 de agosto de 2016 at 15:05
    Reply

    Oi, adorei seu blog. Eu tenho uma dúvida: como o trabalho é voluntário, como fazer dinheiro? Nesse meio tempo, vc viu se alguém trabalhava ou fazia algum tipo de ‘bico’ por fora? Porque tem uma hora que a grana acaba né? Hahahha

    Seguindo aqui, beijinho

    • Camila Lisboa
      29 de agosto de 2016 at 10:04

      Oi Monick! Eu mesma já fiz muuuuito bico pra juntar uma graninha… desde vender caipirinha pra gringo até artesanato na praia! Fora que tem alguns restaurantes e bares que precisam de gente pra trabalhar por turno e você consegue juntar mais um pouquinho!

      É só se jogar, dá certo 🙂

    • Davi Albuquerque
      24 de Abril de 2017 at 10:52

      Bo dia, Camila! Tudo bem?

      Em primeiro lugar, parabéns pela postagem. Muito clara e vai ajudou uma porrada de gente!
      Você falou em “se jogar” pra fazer uns biquinhos e ganhar algum, mas como fazer isso com as questões de imigração? Eles n exigem visto de trabalho pra empregar alguém ou é comum que empreguem sem a necessidade do visto? Como abordar um estabelecimento gringo procurando trabaho se visto?

      Tô pensando em me jogar, mas fico inseguro pq a grana tá curta. :/

    • Camila Lisboa
      25 de Abril de 2017 at 14:42

      Oi Davi! 🙂 Que bom que tá ajudando o post 🙂

      Olha… de país pra país muda isso, mas bico é bico em qualquer lugar do mundo! Em Jeri, uma amiga francesa levava um currículo nos bares, se oferecendo para trabalhar de garçonete e funcionou super bem (e ela nao tinha visto de trabalho, ganhava por dia mesmo!). Acho que é esse o caminho 😉

      Boa sorte!

  18. Camile
    4 de setembro de 2016 at 17:27
    Reply

    Oi Camilla. Muito bom o post. Você saberia dizer se precisa visto para este tipo de trabalhou ou a maioria dos países aceita com visto turista?

    • Camila Lisboa
      5 de setembro de 2016 at 15:41

      Na verdaaaaaade não é um trabalho, é voluntário, então na teoria não precisa de visto de trabalho… só com o de turista pode! 🙂 Mas é questão de interpretação, uma coisa que é meio nebulosa, meio que não tem mta info sobre isso…

      O que é fato é que como não se tem um contrato e nem salário, você não precisa de visto fora o de turista

  19. Élcio Menaldo
    9 de setembro de 2016 at 13:15
    Reply

    Oi Camila, adorei seu artigo. Parabéns!

  20. Lucas
    10 de setembro de 2016 at 14:27
    Reply

    Algum host paga passagem? Acho que é pedir demais, mas vai que né? kkkkkkk

    • Camila Lisboa
      12 de setembro de 2016 at 19:18

      Olha, nunca vi no site nenhuma oportunidade assim… Mas né, vale a pena procurar, as vezes dá sorte!

  21. Natalia Fantato
    12 de setembro de 2016 at 18:30
    Reply

    Nossa super legal o post, adorei !! Era disso que eu estava precisando rsrs mas tenho uma dúvida, no caso, o único gasto que o voluntário tem é basicamente só com as passagens mesmo ? bjs

    • Camila Lisboa
      12 de setembro de 2016 at 19:22

      Depende! Tem hosts que incluem comida, aí você gastaria só com a passagem mesmo (que foi o caso da Chocolateria, que é um post mais novo que começa aqui).

      Mas a maioria só inclui o café, aí você teria gastos com as refeições também… Mas tem de tudo! Tem que olhar certinho no site pra não se surpreender e esperar algo que não tá incluído, tá!

      Beijooo

  22. Elisa
    16 de setembro de 2016 at 16:18
    Reply

    Oi Camila! Faz algum tempo que estou lendo a respeito deste site WorkAway. Queria saber como você fez para se sustentar, digo, você levou reserva de dinheiro? Não sei quanto deveria juntar. Sou recém formada e obvio desempregada! hahaha Mas queria arranjar um serviço temporário pra juntar dinheiro pra viajar no começo do ano que vem… Alguma dica neste sentido (fora o dinheiro da passagem, claro, que eu sei que vou gastar)

    • Camila Lisboa
      19 de setembro de 2016 at 21:33

      Normalmente eu levo dinheiro sim, já que precisa pra comer (em alguns casos) e pra gastos em geral. Mas no meu caso na chocolateria, por exemplo, não gastei NADA! 🙂

      Mas pra quem viaja com orçamento mais apertado, vale a pena buscar uns bicos tb no lugar… afinal o workaway ocupa só 4 horas por dia, nas outras horas dá pra fazer alguma coisa pra juntar dinheiro!

      Obrigada por comentar e qualquer coisa, só perguntar 🙂

  23. Matheus Crespo
    22 de setembro de 2016 at 21:27
    Reply

    Não conhecia a plataforma, mas achei ótima a proposta deles. Um jeito super legal de ter experiências mais profundas. Adorei suas dicas. Já é uma ferramenta pra baratear a próxima viagem haha

    • Camila Lisboa
      26 de setembro de 2016 at 14:08

      É ótimo! Eu sou viciada em workaway – e nas próximas semanas me cadastro como host =X vamos ver como vai ser estar do outro lado!

  24. Alyssa
    25 de setembro de 2016 at 16:53
    Reply

    Camila, que post sensacional! To pensando em fazer um Workaway e nem considerei começar pelo Brasil, mas sua experiência em Jeri me animou! Já salvei aqui nos favoritos para indicar a leitura pros amigos, obrigada pelas dicas!!

    • Camila Lisboa
      26 de setembro de 2016 at 13:56

      Obrigada vc pelos elogios 😉

  25. Gabriel
    1 de outubro de 2016 at 16:48
    Reply

    Olá Camila , tenho algumas dúvidas , eu tenho a noção básica mas bem básica de inglês , isso me impede de arriscar ?
    Existe uma chance de não conseguir um bico por exemplo ? No meu caso não tenho condições de levar uma grana , para me manter no geral. Fico meio receioso derrepente me arriscar e acabar passando necessidade , por não achar um bico . Pensei em ir para EUA ou Canadá .

    • Camila Lisboa
      5 de outubro de 2016 at 21:07

      Depende, Gabriel. Tem hosts que pedem inglês, mas tem lugares que não… Aqui no Chile, por exemplo, vi muito lugar que pedia espanhol (mas portuñol sempre rola também, rs).

      E bico… vai muito mais de você! Viajando eu aprendi que dá pra se virar em qualquer lugar… trabalhando em restaurantes e bares ou vendendo coisa na rua! Sempre dá! Mas para EUA e Canadá pode ser um pouco mais complicado pela cultura…

      Talvez começar por um país da América do Sul, trabalhando em hostel, pode te ajudar… você acaba aprendendo muito inglês com os gringos e te ajuda a ter uma base antes de se aventurar nos States… pode ser uma boa 😉

  26. Amanda
    4 de outubro de 2016 at 14:58
    Reply

    Olá, eles pagam a passagem ou só a hospedagem é grátis ? Grata!

    • Camila Lisboa
      5 de outubro de 2016 at 20:53

      Oi Amanda! Isso depende do host, mas não lembro de ter visto nenhum com passagem não… no máximo hospedagem e alimentação. Mas tem que procurar na página do workaway que as vezes vc acha um bom assim 🙂

  27. Diogo
    14 de outubro de 2016 at 22:05
    Reply

    Olá, Camila! Parabéns pelo texto. Me encheu de vontade de viajar novamente. Conheci o Chile, Argentina e Uruguai recentemente, porém foi uma viagem bem rápida e me despertou a vontade de passar mais tempo em um país da América do Sul, porém eu tenho uma dúvida e espero que você me ajude: Estou estudando inglês e estou no nível intermediário, consigo me comunicar, porém ainda com algumas dificuldades e traduzindo mentalmente o que me atrapalha e muito. Queria praticar o idioma e estive pensando se viver essa experiência em hostel me ajudaria? Mas detalhe: em um país de língua espanhola. Afinal, não tenho grana pra ir pra uma país de língua inglesa e South America está aqui do lado. Sei que escutarei muito espanhol, mas será possível praticar o inglês e sair com uma grande bagagem de conhecimento desta experiência?

    • Camila Lisboa
      17 de outubro de 2016 at 22:05

      Oi Diego!

      Menino, você vai aprender inglês facinho trabalhando em hostel! Aqui na América do Sul tá cheio de gringo, com um mês você já tá se comunicando bem!

      E hostel em cidades grandes é o caminho 🙂 Buenos Aires, Cusco, Santiago… Vai falar mais inglês que espanhol, posso apostar 🙂

      Se joga!

  28. Nubia Dourado
    25 de outubro de 2016 at 12:15
    Reply

    estava em busca de uma agencia para trabalhor e viver fora do Brasil, ai me apareceu esse Workaway, logo fiquei curiosa, a passagem é por conta de quem? e como saber se posso ir com minha esposa? queria ir para Noruega ou canadá! desde já agradeço.

    • Camila Lisboa
      25 de outubro de 2016 at 22:32

      É muito raro que o host pague a sua passagem (pra nao falar impossível). É uma plataforma que não é de trabalho, na verdade, é um voluntariado, então tem que ser bom pra você e pra quem precisa de ajuda também! 🙂

      Dá uma navegada no site, acho que aí, vendo as oportunidades, você vai entender melhor a proposta 🙂

  29. Angélica
    20 de novembro de 2016 at 15:56
    Reply

    Olá Camila !, adorei seu texto, fiquei bem animada em participar, mas gostaria de saber se ele aceitam crianças, no caso a família toda rsrsrs

    • Camila Lisboa
      21 de novembro de 2016 at 16:51

      Isso depende do host, mas normalmente não… porque na plataforma só se pode inscrever a partir de 18 anos.

      =/

  30. Thiago Mendes
    26 de novembro de 2016 at 17:52
    Reply

    Que bacana camila, parabéns! Eu sempre usei o couchsurfing, nos meus mochilao pela Europa mas esse workaway parece show e pretendo usar no mochilao na América do sul. Vc recebe no seu hostel tbm? Rsrs
    Eu pago direto no site com o cartão? Tem idade mínima?
    Grato .

    • Camila Lisboa
      28 de novembro de 2016 at 20:55

      Recebo sim! A gente tá no workaway! 🙂

      E no site é com cartão e não sei se tem idade mínima =/ mas imagino que seja 18!

  31. Carolina Domine
    27 de novembro de 2016 at 09:01
    Reply

    Oooi, amei o post! Me deu uma vontade absurda de largar tudinho e sair por aí.
    Como vc fez pra se manter, esse é meu medo, gastos com transporte e alimentação.
    Vc sabe se existe algum site nesse mesmo estilo do Work Away só que pague um troquinho?

    • Camila Lisboa
      28 de novembro de 2016 at 20:53

      No hosteljobs tem uns que são pagos – mas nem todos! Tem que procurar 🙂

  32. WILLIAN
    27 de novembro de 2016 at 11:04
    Reply

    sHOW.. Agora me diga, onde fica seu hostel ? hehe Abços.

    • Camila Lisboa
      28 de novembro de 2016 at 20:52

      Em Castro, no sul do Chile 😉 na ilha de Chiloé!

  33. juliana felix
    1 de dezembro de 2016 at 16:16
    Reply

    Tirou muitas duvidas, estou querendo me jogar no mundao para ter confiança e aprender mais das pessoas.

  34. Jefferson
    2 de dezembro de 2016 at 04:28
    Reply

    Baita texto, pra quem tem sede de mudança e não aceita viver uma vida monótona, de trabalhar e pagar contas, cada vez que leio artigos enriquecedores assim, me dá mais vontade de me aventurar assim, minha esposa é super parceira pra isso, um inglês mediano e um portunhol conseguimos nos virar pela América do Sul? Em março iremos pra San andres, Colômbia, já penso em fazer algum meio de campo por lá, pesquisar sobre trabalhos e tals, somos formados na área ambiental, que infelizmente no Br é super desvalorizada, mas pra fugir dessa realidade, lavar privada é o de menos kkkk, conheci teu blog agora, vou acompanhar tudo.

    • Camila Lisboa
      4 de dezembro de 2016 at 16:09

      Olha… te falo como uma pessoa que agora é host… pra mim complica sem inglês auqi no hostel! Porque chega MUITO gringo e muitas vezes eles não sabem falar espanhol. Mas tudo depende do trabalho. Tem lugares que não pede!

  35. Fábio Viana
    13 de Janeiro de 2017 at 23:28
    Reply

    Olá Camila, legal seus relatos. Estou iniciando nessa plataforma e querendo ir ao Chile pois é um lugar que gosto bastante. Fiz contato com 2 hosts mas até agora não tive resposta. E sobre seu hostel, onde será? Não estaria precisando de um voluntário? Rsrs Bom, tbm fiquei curioso com a questão do visto pra morar no Chile. É possível falar mais sobre isso? Se já tinha parentes por aí, o que foi necessário pra conseguir? Bom, acho que já estou perguntando demais. Desde já agradeço as informações. 😉

    • Camila Lisboa
      1 de Fevereiro de 2017 at 14:00

      Meu hostel é no sul do Chile, em Castro – Chiloé 🙂 A gente sempre tá precisando de voluntário, só mandar email por la, rs…

      O visto é fácil pelo mercosur, só precisa do passaporte, o permiso de entrada e de fotos 2:3 e tem que pagar mais ou menos 350 reais. O problema é que em Santiago demora, mas em outras regiões é mais fácil…

      Qualquer coisa pergunta! 🙂 Nenhum problema!

      Beijos

      Camila

  36. rafa
    18 de Janeiro de 2017 at 10:45
    Reply

    ola PARABENS NUNCA VI ALGO TAO INCRIVEL … viajar trabalhar e conhecer culturas mas estou com muito medo de largar tudo e me arriscar nessa aventura gostaria de verdade conversar com alguém q já fez vc tem algum contato wpp face email ??? pode me chamar no email m

  37. Giovana
    21 de Janeiro de 2017 at 19:47
    Reply

    Oie Camila,

    Vc é uma exemplo pra muita gente que tá querendo se jogar… Faz um tempinho que estou namorando essa ideia, esse ano vou começar por hosts aqui por perto de mim para ver como me saio. Fiquei curiosa, vc se jogou nessa vida há 2 anos, certo? Quanto de dinheiro vc levou, poupou para começar essa jornada? Nesse meio tempo entre voluntariado e passeios, vc trabalhou em algum lugar remunerado?

    Obrigada,
    Gi

    • Camila Lisboa
      24 de Janeiro de 2017 at 14:41

      Oi Gi 🙂

      Eu juntei uma grana antes de ir e o blog acaba sendo uma fonte de renda também, então tinha meu ‘background’ antes de me jogar… mas isso não é impeditivo! Agora eu recebo muita gente por workaway aqui no meu hostel e sei que tem infinitas possibilidades pra quem quer fazer dinheiro enquanto viaja! Tenho um casal que está aqui agora comigo que vende comida na praça e faz muita grana 🙂

      Tem que inventar, mas tem um monte de opções! 🙂

  38. João
    23 de Janeiro de 2017 at 18:45
    Reply

    Olá é ja li muito sobre o workaway, e só vi casos de ficar tipo uns 1 mes no maximo , queria saber se tem algum tempo limite ou algo parecido que. voce pode ficar?Estava procurando algo que desse para ficar mais tempo em outro país.

    • Camila Lisboa
      24 de Janeiro de 2017 at 14:36

      Quem estipula o prazo é o host, João! Então tem muitos que pedem mínimo de 2 semanas 🙂 Tem que procurar lá no site, mas acha fácil!

  39. Rebecca
    26 de Janeiro de 2017 at 20:28
    Reply

    Oi Camila, tudo bom? Quero fazer meu primeiro work exchange, mas não consigo decidir entre os sites: helpx ou workaway. Como você decidiu?

    • Camila Lisboa
      1 de Fevereiro de 2017 at 13:58

      Eu fui pelo workaway porque tinha mais opções em hosteis, que era a minha prioridade na época 🙂 No fim não me arrependi não!

  40. Rafaela Ely
    1 de Fevereiro de 2017 at 14:56
    Reply

    Aaaaaaah, sua linda! Baita post! Em abril começo uma viagem de Porto Alegre ao Alasca e sabe-se lá quanto tempo vai durar. Uma coisa eu sei: usarei o Workaway! Valeu pelas dicas!
    Bjs
    Rafa Ely

    • Camila Lisboa
      2 de Fevereiro de 2017 at 14:34

      Você vai ver que vai ajudar demais na sua viagem! 🙂 E boa sorte!!

  41. Renan Luiz Andrade da Silva
    3 de Fevereiro de 2017 at 11:16
    Reply

    Tenho como fazer para ir para os Estados Unidos? e se tipo eu precisar comprar alguma coisa para cuidados básicos,tipo,sei lá….uma cueca ou um perfume?

    • Camila Lisboa
      13 de Fevereiro de 2017 at 12:20

      Tem pra quase todos os países… aí tem que olhar o job que você quer e ver se te aceitam 🙂

  42. rafael
    5 de Fevereiro de 2017 at 13:46
    Reply

    Oi. Se eu comprar a opção de casal por 38 dolares eu posso viajar sozinho algumas vezes?
    Obrigado 🙂

    • Camila Lisboa
      13 de Fevereiro de 2017 at 12:19

      Sim! Só falar na mensagem que você tá pedindo só pra você 🙂

  43. Jair
    11 de Fevereiro de 2017 at 21:02
    Reply

    olá tenho uma duvida sobre a passagem sou eu que pago ou a pessoa que eu irei ser voluntario ?
    bjs

    • Camila Lisboa
      13 de Fevereiro de 2017 at 12:13

      Não conheço nenhum lugar que paga passagem =/

  44. Rafael
    19 de Fevereiro de 2017 at 14:06
    Reply

    Oi camila !! muito bom o post, a única duvida que fiquei foi : independente do trabalho que eu consiga, a despesa da passagem ( avião, onibus ou seja la o que for ) é sempre por conta nossa ?

    ex: gostei de um trabalho na frança e o host me aceitou …. eu me viro para cegar até ele correto ?

    • Camila Lisboa
      23 de Fevereiro de 2017 at 15:35

      Muita gente me pergunta isso e tenho que dizer… na verdade nunca ouvi falar em nenhum que pagasse a passagem =/ não vou dizer que seja impossível, mas acho beeeeeeeeem difícil que te ajudem com isso.

    • GISELLE
      6 de novembro de 2017 at 02:04

      Oi, Rafael! Chegou a ir pra França? Se foi, como está sendo sua experiência? Agradeço desde já.

  45. Vera
    5 de Março de 2017 at 21:24
    Reply

    Oi tudo bem??
    Qual é o tempo minimo para permanecer no local (host)? Tem alguma exigencia?

    • Camila Lisboa
      14 de Março de 2017 at 18:29

      Não! Mas é difícil encontrar quem aceite menos de duas semanas, viu…

  46. Carolina
    8 de Março de 2017 at 09:37
    Reply

    Camila, pelo amor de Deus, troque e-mails comigo… Preciso muito viajar pelo workaway!!!

  47. Mauro Jr
    10 de Março de 2017 at 20:30
    Reply

    Camila ótimo blog, é o que estou procurando , até tenho dinheiro ,mas pra que gastar se pode economizar, queria ir para França, mas com fins de aprender a língua e pagaria um curso, mas esse workway pode ajudar muito pelo pouco tempo de trabalho e em troca as acomodações o que seria perfeito para Estudar..
    Vc sabe se há empecilhos para quem não sabe muito a língua????

    • Camila Lisboa
      14 de Março de 2017 at 18:39

      Tudo depende do host na verdade (e de onde você vai viajar!). Tem lugares que não pedem línguas, mas pra recepção de hostel, por exemplo, tem que saber pelo menos inglês.

      Acho que o melhor, Mauro, é dar uma navegada na página e ver as propostas de voluntariado, aí você pode ver o que cada uma pede 😉

  48. Yume
    19 de Março de 2017 at 12:14
    Reply

    Olá Camila!
    Ler seu post hoje foi a melhor parte do dia. rsrs
    Excelentes dicas e bem esclarecedoras.
    Tenho uma dúvida!
    Se eu me cadastrar no workaway como casal todas as viagens e rotas precisam ser feitas juntos (em casal) ?

    • Camila Lisboa
      11 de Abril de 2017 at 16:41

      Oi Yume! 🙂 obrigada pelo super elogio! (confesso que também melhorou o meu dia! 🙂 )

      Na verdade não… dá pra usar cada um de uma vez, mas toda vez que mandar mensagem, avisa que é só uma pessoa… pra não ter erro 😉

  49. Flavia
    6 de Abril de 2017 at 21:35
    Reply

    Oi Camila, li teu post e fiquei tentada a fazer workaway no Chile, você pode me tirar uma dúvida? Pra fazer esse trabalho voluntário é necessário passaporte ou visto??

    • Camila Lisboa
      11 de Abril de 2017 at 16:15

      Na verdade é uma complicação… pra trabalhar precisaria sim do visto, mas como é voluntário, não… então tem uma super brecha na lei!

      Eu não falaria na imigração que está indo pra trabalhar, falaria só turismo mesmo que não dá problema. Aí, nesse caso, nem precisa de passaporte, só com o RG já pode entrar no Chile com visto de turismo por 3 meses 😉

    • Yume
      13 de Abril de 2017 at 18:31

      Obrigada Camila pela resposta 🙂
      Então, tanto faz eu ir em casal como sozinha, é isso ?

    • Yume
      13 de Abril de 2017 at 18:33

      Obrigada Camila pela resposta 🙂
      Então, tanto faz eu ir em casal como sozinha, é isso ?

    • Camila Lisboa
      13 de Abril de 2017 at 20:30

      Tanto faz! Mas só presta atenção que se a conta for de casal e tiver viajando sozinho, deixa claro na mensagem do workaway 🙂

  50. Paola Macelay
    8 de Abril de 2017 at 20:47
    Reply

    Oi, vcs sabem a idade mínima para fazer os trabalhos pelo site?

    • Camila Lisboa
      11 de Abril de 2017 at 16:10

      Normalmente 18, Paola! Mas depende mais do host do que do site, viu 😉

  51. Tamires
    20 de Abril de 2017 at 20:09
    Reply

    Oi! To procurando informações sobre brasileiros que viajam pelo país pelo workaway masss ta dificil ): quando voce fez essa viagem pra Jericoacoara já morava no Chile?? Eu tenho medo de pagar a taxa de quase 100zão e acabar não conseguindo que ninguem me aceite, pois alem de estar começando agora a aprender inglês, sou carioca da gema e, pode ser impressão, mas os br tão focados nos estrangeiros…

    • Camila Lisboa
      20 de Abril de 2017 at 20:12

      Morava no Brasil sim! Mas saber inglês ou outra lingua ajuda muito… Mas de todo jeito, trabalhando em hostel você aprende muito, Tamires.

      Minha opinião? Acho beeeeeeem difícil que não consiga nada, viu 🙂 Procura um host que tem a ver com você e manda uma mensagem bacana 🙂

  52. angela sant anna
    24 de Abril de 2017 at 11:56
    Reply

    uma experiencia mais incrivel que a outra!!! n vejo a hora de chegar a minha vez!

  53. Valéria Carneiro
    26 de Abril de 2017 at 10:51
    Reply

    Oi Camila, penso em usar essa plataforma para conhecer o sul da Bahia até resolver partir para outro lugar. A dúvida é como passar de um hostel para outro, sem perda de tempo, quando terminar o prazo do local onde estarei trabalhando.
    Alguma dica de como fazer essa transição?

    • Camila Lisboa
      27 de Abril de 2017 at 12:05

      Oi Valéria! Olha, acho que vai de cada um… Eu gosto de ir intercalando voluntariados com um pouco de turismo também, viajando um pouco e parando em lugares antes de um job e outro. Mas, de novo, depende de cada um.

      O importante é considerar o tempo de deslocamento, pra não chegar atrasada no seu proximo voluntariado…

    • Valéria Carneiro
      3 de Maio de 2017 at 10:37

      Vlw Camila!!
      Só mais uma coisa… após a inscrição, caso eu seja escolhida, a viagem acontece de imediato ou ainda leva um tempinho para acontecer? Como funciona? Porque ainda preciso resolver algumas coisas em minha Cidade e não sei se nesse meio tempo já poderia fazer minha inscrição.

    • Camila Lisboa
      3 de Maio de 2017 at 11:34

      Oi Valéria!

      Na verdade tudo depende do que você combinar com o host. Normalmente, você já coloca as suas datas de chegada e saída.. ou se não tiver data, já fala também! 🙂 Dá uma olhada nesse post aqui que eu dei umas dicas de como escrever uma mensagem pra conseguir os jobs 😉

  54. Fernanda
    30 de Abril de 2017 at 16:28
    Reply

    No dia da folga, vc tem direito a alimentação ou a comida só é exclusivo para os dias que trabalha?

    • Camila Lisboa
      2 de Maio de 2017 at 17:38

      Depende do host, Fernanda 😉

  55. Amanda A.
    10 de junho de 2017 at 22:55
    Reply

    Olá Camila!

    Que incrível o post e o site! Parabéns. São informações muito valiosas e que ajudam muito o viajante ou quem ainda quer viajar. Eu tenho algumas dúvidas, se pudesse me ajudar seria ótimo.

    Eu gostaria de começar uma volta ao mundo, não tenho destino certo de começo mas pretendo começar pela Europa. Dinheiro de passagens (skyscanner pode ajudar muito), mais uns 1000/2000 reais: será que é possível começar assim? Usando couchsurfing/workaway e fazendo bicos? Pois a idéia é trabalhando-viajando.

    Em todo país que for entrar precisa de visto? (Exceto EUA e Canadá que eu já sei que é impossível sem). No mais, vou pesquisando um pouco mais aqui senão te deixo louca com tantas perguntas. Muuuuito obrigada.

    Beijo grande

    Amanda A.

    • Camila Lisboa
      12 de junho de 2017 at 17:16

      Oi Amanda! Europa e América do Sul não precisa visto (pra maioria dos países), então seria uma boa começar por aí… Só que europa tem que provar que você consegue se sustentar por lá (e ter uma passagem de volta), então, com essa qtde de dinheiro, acho que é um risco te mandarem de volta =/

      Começar pela América do Sul (incluindo o BR) pode ser uma boa ideia, pra ir juntando uma graninha também 🙂

  56. Amanda A.
    10 de junho de 2017 at 22:58
    Reply

    Outra perguntinha básica: Se fosse VOCÊ, por onde você começaria sua volta? (com inglês fluente, português e espanhol enrolation)

    América do Sul/América Central/América do Norte/Europa/Oriente Médio/ Outros….

    • Camila Lisboa
      12 de junho de 2017 at 17:13

      Putz… Que pergunta, Amanda! Acho que começaria pelo mais perto (aí aproveita pra tirar o enrolation no espanhol e aprender uma língua nova ;))

      Mas é beeeeeeeeeeeeeeeeeeeem opinião pessoal, viu =P

  57. Laryssa Rodrigues
    29 de junho de 2017 at 17:07
    Reply

    Obrigada pelas informações. Gostei bastante!

  58. Bolivar
    3 de julho de 2017 at 15:53
    Reply

    Olá! Estou pesquisando sobre o workaway nos EUA. Já tenho visto de turismo, mas tenho dúvidas sobre como seria na imigração numa viagem pra uma experiência no workaway: falo que se trata de um workaway? Falo que estou visitando aquela família que vai me hospedar? Se for um hostel, digo que ficarei hospedado? Estive pesquisando o site da embaixada americana e lá consta que para au pair, por exemplo, é proibido o trabalho com visto de turismo, mesmo que em troca de hospedagem. Você teria alguma informação nesse sentido? Que informações fornecer na chegada e como comprovar estas informações? Parabéns pelo site, muito interessante.

    • Camila Lisboa
      4 de julho de 2017 at 19:40

      Oi, tudo bem?

      Olha, cada país tem uma legislação diferente e os EUA é o país mais complicado de longe… em teoria, você deveria ter visto de trabalho, mas como é trabalho voluntário, daria para entrar como turista. O único porém de entrar assim é que tem que provar que você tem dinheiro para se manter nos dias que estará por lá.

      Não tenho mais informações mais específicas dos Estados Unidos =/

      Boa sorte!

      Camila

  59. Manuela
    6 de julho de 2017 at 01:20
    Reply

    Olá! Tudo bem? Adorei sua matéria.
    Estou querendo ir para fora, aprender inglês. Só que acho muito caro pagar intercâmbio para isso. Estou meio indecisa do que fazer sabe. Tenho um casal de amigos que estão fazendo isso que fez. Só que às vezes fico com receio do dinheiro, de quanto eu gastaria, por mais que não gaste muito dinheiro tendo a hospedagem no local.
    Com inglês básico/ intermédio rola ir? Você acha bacana quanto tempo fazer isso?

    • Camila Lisboa
      6 de julho de 2017 at 12:43

      Rola sim, Manuela! Acho que o mais importante é escolher um lugar legal… tanto país/cidade quanto o trabalho mesmo. Tem trabalhos que você vai usar mais o inglês (e isso vai ser mais desafiador) e outros menos. Por isso o cuidado em escolher bem o host e o tipo de trabalho que vai te permitir se adaptar ao país e aprender mais!

      Aí, do tempo, acho que depende de você. Com um mês já dá pra aprender bastante, mas com mais, dá pra voltar com inglês fluente 🙂

  60. Samile Oliveira
    14 de julho de 2017 at 11:02
    Reply

    Ola Camila, ótimas dicas. Esclareceu bastante! Principalmente sobre a parte de trabalhar no Brasil, igual você trabalhou em Jeri. Eu só queria confirmar algo em relação ao pagamento no site. Eu preciso pagar 29USD todo mês? Ou um cadastro apenas vale por 2 anos de uso do site, assim como vi em alguns comentários ?

    • Camila Lisboa
      14 de julho de 2017 at 13:11

      Oi Samile! Eu alterei no post, mas agora os 29 dólares são só para um ano! Mesmo assim vale a pena, viu 🙂

  61. Natalia
    17 de julho de 2017 at 19:03
    Reply

    Oi Camila, parabéns pelo post! Estou tentando arrumar um trabalho no workaway na África do Sul junto com o meu namorado.. porém nenhum dos hosts responderam nossa mensagem.. já faz mais de 13 dias que mandamos a primeira mensagem.. sabe me dizer se é demorado assim?? Obrigada!

    • Camila Lisboa
      27 de julho de 2017 at 18:13

      Oi Natalia!! Depende totalmente do host…

      Da uma olhada nesse post aqui que eu falei de dicas pra mandar a mensagem perfeita 😉 mas manda outro email cobrando, as vezes o primeiro passou batido!

  62. Jessica Ansanelli
    23 de julho de 2017 at 21:46
    Reply

    A pessoa recebe salário? Ou precisa levar dinheiro para se manter?

    Estou amando o blog, parabéns pela iniciativa

    • Camila Lisboa
      27 de julho de 2017 at 18:04

      Oi Jessica! Como eu falei, é um voluntariado, entao vc n recebe salario… Em troca das horas de trabalho vc recebe cama e comida (ai as refeicoes depende do host, ad vezes eh cafe da manha, as vezes sao todas…)

      Mas pagamento so em caso de hora extra mesmo!

  63. Alvaro
    26 de julho de 2017 at 15:13
    Reply

    Ola Camila,
    Acho q conheci você aqui em SP
    Voce trabalhou em recepçao de casamento a alguns anos atras ?

    • Camila Lisboa
      27 de julho de 2017 at 17:56

      Tá me confundindo hahaha

  64. Maicon
    30 de julho de 2017 at 05:33
    Reply

    Oi, tenho 22 anos, to desempregado e qro começar a fazer o workaway. Eu vi vc dizendo pra um cara q n precisa de visto, mas eu preciso do visto de turista n é? Eu quero ir para os EUA e lá é super dificil de tirar o visto de turista, o workaway ajuda a tirar o visto de turista? já ouvi falar de gente q teve o visto de turista para os EUA recusado mais de 5 vezes. Você vive assim a quantos anos? E como consegue os vistos de turista sempre? Se eu começasse amanhã apenas com dinheiro da passagem, eu conseguiria viver desse jeito pelo resto da minha vida?

    • Camila Lisboa
      8 de agosto de 2017 at 15:47

      Ah sim, não precisa de um visto de trabalho, mas você precisa de visto para entrar no país que quer conhecer, né?

      Agora das suas outras perguntas… putz, é difícil responder. Depende de cada um a questão dos gastos e dos vistos…

  65. Raphael
    4 de agosto de 2017 at 03:01
    Reply

    Boa noite Camila,

    Apenas por curiosidade, uma viagem para fora, chega a gastar quanto durante um mês? em dollar será que 3 meses fora da para se virar com U$ 2.000 à U$ 3.000 ? (como por exemplo na espanha ou israel)

    • Camila Lisboa
      8 de agosto de 2017 at 15:39

      Nunca fui pra esses países, Raphael… mas olha, acho que dá pra gastar isso sim, já que com hospedagem você vai economizar um monte!!

  66. Renilza
    4 de agosto de 2017 at 09:19
    Reply

    Que show Camila voltei do Chile ontem e fiz voluntariado em Valparaiso, abriu um hostel onde? Tenho pensado em abrir um.

  67. Katleen
    11 de agosto de 2017 at 09:29
    Reply

    Camila, quantos reais eu preciso guardar antes de fazer qualquer uma dessas viagens? É possível ficar fora por meses ?

    • Camila Lisboa
      11 de agosto de 2017 at 12:35

      É possível ficar fora pelo tempo que você quiser… mas dos gastos depende de mil fatores: lugar para onde vc quer viajar, custo de vida nesse lugar, os seus gastos pessoais…

      Não tem fórmula exata =/

  68. Gustavo Gomes
    12 de agosto de 2017 at 21:16
    Reply

    Olá Camila.

    Só tenho uma duvida sobre o workaway

    vamos dizer que eu vá viajar para a Nova Zelândia.. eu só preciso aplicar o visto?
    Como funciona essa parte de documentação?

    • Camila Lisboa
      13 de agosto de 2017 at 20:52

      Especificamente pro workaway, não… mas precisa sim do visto de turista 😉

  69. Beatriz
    13 de agosto de 2017 at 15:09
    Reply

    Oi Camila . Amei a postagem <3 você pode informar qual o nome do hostel de jeri?

  70. inara
    26 de agosto de 2017 at 15:05
    Reply

    muito legal o post mas só complementado , vi você comentando que prefere o workaway do que worldpackers por conta do valor… o o worldpackers agora esta com o pacote 50 $ ano, ai você pode ir para vários hostels pagando um valor único !

    • Camila Lisboa
      8 de setembro de 2017 at 16:12

      Eu vi isso, Inara… Mas mesmo assim, sai quase o dobro do Workaway =/

  71. Lucia Alves
    26 de agosto de 2017 at 15:19
    Reply

    Camila elogiar seu texto é muito fácil, pois é incrível! Minha experiência em outro país é com a Bolívia, mesmo assim, na zona Franca de Guiará-Mirim. Nesta plataforma aceita pessoas aposentadas??? E como é morar no Chile??? Eu faço faculdade de direito, estou no 8 período e assim que terminar quero conhecer outros países e culturas, mas morando no mínimo 1 mês. O que você poderia me ajudar nesse sentido, com a sua experiência?? Desde já te agradeço.

    • Camila Lisboa
      8 de setembro de 2017 at 16:12

      Aceita sim, Lucia. Não tem nenhum problema com idade, sexo, nada…

      Eu amo viver aqui no Chile, mas é super diferente do que é viver no Brasil. Uma super experiência, viu 🙂

      Olha, acho que quando você terminar a faculdade vai dar conta do que quer fazer… mas workaway é uma ótima maneira de baixar os custos de uma viagem longa 😉

      E obrigada pelos elogios 🙂

  72. JONAS
    10 de setembro de 2017 at 19:33
    Reply

    Oi Camila, eu gostei muito das suas dicas de viagem e tirei varias duvidas acerca de como é organizar uma viagem através do serviço oferecido pela plataforma workaway, principalmente por suas respostas ao comentarias acima, li todos. Tenho uma pergunta, você acha que eu devo colocar as minhas informações no meu perfil da plataforma workaway no idioma do lugar em que pretendo viajar?. Por exemplo eu estou aprendendo a falar espanhol e estou interessado em viajar para países que tenha o espanhol como língua oficial (uma futura viagem sera também com o objetivo de aperfeiçoar meu espanhol), acha que isso vai fazer que meus futuros patroes iram ter um interesse mair em me aceitar para o trabalho (uma vez que o que você coloca no perfil e importante) (você mesmo disse que: Um profile bem preenchido no Workaway é poderoso! É como se fosse o seu currículo, ressalte suas habilidades e seja franco com o que você gosta de fazer… não adianta falar que gosta de tudo se vai ter nojinho de lavar banheiro!)

    • Camila Lisboa
      27 de setembro de 2017 at 16:28

      Acho que vale a pena escrever em inglês + idioma do lugar… quanto mais informações você colocar no seu perfil, mais legal (e mais fácil) pros hosts!

  73. JONAS
    10 de setembro de 2017 at 19:36
    Reply

    Camila quero muito viajar, estou semente esperando ter grana suficiente.

  74. Vera
    16 de setembro de 2017 at 15:51
    Reply

    Adorei o seu site…vc poderia por favor me ajudar
    Beijos muito obrigada

  75. Vera
    16 de setembro de 2017 at 16:09
    Reply

    Olá Camila ! muito bom seu site workaway…. Tenho mais de 50 anos…
    Ocorre que não sei nada de inglês e resolvi que preciso urgentemente, qdo viajo dependo de familiares e me sinto muito mal. Vi vários intercâmbios. Mas, penso que é importante interagir com as pessoas. Aprendizado fluir… As escolas de intercâmbio, não garantem que se consiga por exemplo um trabalho, ou uma atividade. E todas as ONGs de voluntariado exigem inglês, África Uganda e etc…
    Conheci o Workaway, achei interessante…mas, vejo algumas postagens(anfitrião) e gostaria de saber se aceitam quem não fala inglês, porque eles falam espanhol… e aos poucos iria aprendendo inglês…
    Mas, como é possível entrar em contato com anfitrião e tirar essa duvida…Porque existem alguns que falam os 2 idiomas. Nós os interessados podemos entrar em contato com mais de um anfitrião…
    Por favor, pediria para vc me responder, por gentileza… Muito obrigada Abraços
    Ou vc teria outra sugestão, consegui fazer uma reserva … Assim, tenho como me custear.

    • Camila Lisboa
      27 de setembro de 2017 at 16:24

      oi Vera! Dá uma olhada nesse post aqui que tem algumas das respostas às suas perguntas 🙂

  76. vitoria
    4 de outubro de 2017 at 11:09
    Reply

    Ainda fiquei com duvida sobe visto, passaporte e etc.. eu tenho que tirar tudo antes como turista? ou eu posso “conseguir” a vaga e usar esse trabalho voluntario para conseguir toda papelada? Não seria mais fácil eu tirar tudo depois de se acertar para quem vou trabalhar ou tem que tirar antes mesmo? Ainda não entendi muito bem isso.

    • Camila Lisboa
      5 de outubro de 2017 at 13:52

      O voluntariado não é um trabalho. Você não vai ter contrato nem nada para provar que está trabalhando e com isso conseguir a papelada para um visto com permissão de trabalho… então, o que todo mundo faz é entrar com turista mesmo, Vitória!

  77. Bruno Andrade
    22 de novembro de 2017 at 09:46
    Reply

    Camila bom dia,

    Em relação ao visto para os EUA, é possível ir com o de turista ? Onde eu posso encontrar essa informação ?

    • Camila Lisboa
      22 de novembro de 2017 at 17:37

      Olha, em geral o pessoal vai com visto de turista… mas para a imigração você precisa ter todos os comprovantes de onde vai ficar (pode ser uma carta convite do lugar onde vai voluntariar), mas se citar trabalho ferrou, aí nao entra…

  78. Ranielli
    23 de novembro de 2017 at 14:26
    Reply

    Camila, tudo bem?

    Estou pesquisando há um tempo sobre o Workaway e também o Worldpackers, no entanto, apenas uma resposta não encontrei: você tem ideia sobre quanto tempo demora para me aceitarem e qual a chance de eu não conseguir uma vaga?

    A situação é a seguinte: vou com minha esposa para Malta no ano que vem e achamos bem interessante essa ideia de trabalhar em um hostel ou mesmo cuidar da casa de alguém; acontece que Malta, por ser um país bem pequeno, tem poucas opções tanto no Worldpackers quanto no Workaway.

    As opções que encontramos são boas, mas somam no máximo 3; então eu preciso ter certeza se vamos conseguir ou não que nos aceitem antes de pagar a taxa de um dos dois sites.

    O que você acha?

    Muito obrigado pela ajuda.

    • Camila Lisboa
      25 de novembro de 2017 at 15:14

      Puxa, Ranielli… não tem como saber se vão te aceitar antes =/ o negócio é entrar em contato via workaway ou worldpackers e fazer o melhor na mensagem (tem esse post aqui com as dicas!).

      Uma mensagem bem escrita com os motivos de ter escolhido aquele job em especial é matadora… assim aumenta muito as chances de conseguirem 😉

  79. Isabela
    27 de novembro de 2017 at 19:48
    Reply

    O WORKAWAY precisa apenas pagar a passagens de ida e volta?

    • Camila Lisboa
      27 de novembro de 2017 at 21:55

      O que o workaway garante é a estadia e as comidas que estão no acordo entre você e o host – pode ser só café da manhã, café da manhã e janta, ou tudo. Tudo isso depende do posto que você conseguir…

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