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Série: Salar de Uyuni – Dia 3

Série: Salar de Uyuni – Dia 3

Bolívia, Uyuni

O último dia do passeio… O dia mais esperado do passeio… Talvez o dia mais esperado desde o meu primeiro mochilão (que eu tentei de todo jeito fazer o salar e não cabia no roteiro, eu perdi o voo de volta e tava nevando no salar e com gasolinaço na Bolívia… Azarzinho de leve)…

E mesmo depois de tanta espera, acordei num mau humor que nem eu tava aguentando. Sério. Daqueles de estragar o dia.

Isso explica a falta de fotos e de sorrisos.

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Mas voltando pro tour que hoje tô de bom humor, rs. Como já tinha sido combinado no dia anterior, nada de nascer do sol no salar pra gente. E não dava pra ficar com a impressão de ser migué dos motoristas pra dormirem um pouco mais não… Choveu a noite toda e quando acordamos ainda tava chovendo.

Fomos direto pra salar. E é incrível. Sal que não acaba mais. MESMO.

Fomos na isla Incahuasi, onde caminhamos, tiramos várias fotos e encontramos a llama mais esnobe da Bolívia.

Depois dessa parada que deve ter sido de mais de uma hora. Fomos pro meio do salar pra tirar aquelas fotos ridículas que todo mundo tira, em perspectiva. E lá se vai muuuuuuito tempo e muuuuuuita criatividade pra pagar altos micos. Pensa no casal de chilenos então, que tirava 10 fotos por segundo, deu até cãibra nos dedos de tanto clique, rs.

Fomos para o hotel de sal, o primeiro e que fica bem no meio do salar mesmo. Ele estava e, reforma quando fomos, cheio de gente trabalhando. Lá também tem aquele ponto clássico com várias bandeiras (please, algum são paulino que for, leva a nossa pra colocar lá 🙂 )

São muitas paisagens incríveis no Salar! E tem várias que são IMPERDÍVEIS 🙂


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Nesse ponto a brincadeira foi tirar foto de pulo… E confesso que perdemos muitas calorias no jump até acertarmos essa foto. Também nos divertimos com o rádio do motorista tocando a clássica ‘ai se eu te pego’ com os alemães dançando a coreografia melhor que a gente.

post salar 1

Almoçamos por lá também e nunca achei que um pollo frito com macarrão ficaria tão bom gelado, rs.

Depois disso tudo, a próxima parada seria no espelho d’água… Estamos procurando até agora. O motorista jurou pra gente que uma semana atrás tava uma lindeza, tudo refletido, naquela coisa clássica que a gente espera ver por lá. Chegamos lá e tava meio inundado, mas não tava dando o efeito. Tudo bem, vai…

A última parada salgada foi no lugar onde eles fazem a retirada do sal, dá pra ver vários caminhões saindo lotados. E lá que tem as montanhinhas de sal que todo mundo sobe em cima.

Fomos num mercado comprar artesanato em sal e outras coisas bem clássicas da Bolívia. Comprei algumas lembrancinhas e só, sabíamos tudo era mais barato em La Paz.

Pra fechar o passeio (que olha, foi excepcional) fomos no cemitério de trens. Tá, não sei quem acha que aquilo é turístico. Bom, no fim, fica exótico, hahaha. É um monte de trem abandonados, que, se fosse eu, vendia tudo pra sucata por tonelada e boas. Mas pra gente vira balanço, e todos ficam felizes.

Engenheiro pixador, só na Bolívia…

Do tour, foi isso =) Depois ficamos enrolando em Uyuni num restaurante até nosso ônibus pra La Paz, junto com nossos queridos amigos da Nova Zelândia, que estavam indo pra Sucre.

Mas olha, acho que foi um dos passeios que fiz que mais se pagaram. E olha que dava pra ter pago metade do preço se tivéssemos feito o trajeto contrário…

Perdeu o começo da saga? Aqui tem o Dia 1 e o Dia 2 também =)

About the author

Viciada em viajar, mas que sossegou - só um pouco - no Chile pra abrir um hostel. Já esteve em 9 países e 90 cidades fora do Brasil. Não sabe nadar (mas sabe andar de bicicleta). É facilmente comprável com doces e bom café. E é mão de vaca (isso é um dado importante).

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