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Machu Picchu: Impressões de uma revisita

Machu Picchu: Impressões de uma revisita

Cusco, Histórias de viagem, Machu Picchu, Peru

Se você espera um post falando das maravilhas da cidade perdida pule direto pras fotos no final do post.

2011 e um sonho de uma mochileira, conhecer Machu Picchu. Na mochilagem de primeira viagem rolou uma arte: visitar as ruínas bem no dia do centenário do descobrimento pelo Hiram Bingham. Vi de tudo, até o presidente do Peru deu o ar da graça.

Achei que depois daquilo, qualquer visita a Machu Picchu seria mais tranquila. Engano bobo.

2014, pouco mais de três anos depois, acabo voltando a cidade perdida por um acaso e não um plano. Mas bem, vamos lá…

Acordei cedo pra subir de ônibus, USD 10 dólares cada trecho, um pouco mais caro do que eu me lembrava. E a estrada estava tão ruim quanto era antes. Mas a quantidade de pessoas era inacreditável, 5:15 da manhã já tinha mais de 400 pessoas na fila pra subir pras ruínas.

Chegando em Machu Picchu foi assustador, muita gente já em todos os cantos. Batia longe a minha primeira visita… Isso me preocupou.

O gramadão central estava dominado pelas llamas e os turistas não podiam mais entrar por ali, tinha um caminho marcado, setas a serem seguidas (não que isso servisse pra galera, né?) e muitos guardas olhando tudo. Mas não era suficiente, vi muitos turistas subindo nos muros, com bastões de caminhada (o que é proibido) e gente fazendo cagada mesmo (tipo dar um bichinho de plástico pra uma llama morder).

As ruínas próximas ao Templo de las 3 Ventanas estavam superdegradadas, com paredes caindo 🙁


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Saí de lá triste e rezando para que restrinjam a entrada de turistas nas ruínas o mais breve possível, antes que seja irreversível o prejuízo…

OBS: Nas fotos não tem taaaaanta gente, quem me conhece sabe, sou neurótica por fotos sem turistas, rs.

About the author

Viciada em viajar, mas que sossegou – só um pouco – no Chile pra abrir um hostel. Já esteve em 9 países e 90 cidades fora do Brasil. Não sabe nadar (mas sabe andar de bicicleta). É facilmente comprável com doces e bom café. E é mão de vaca (isso é um dado importante).

4 Comments

  1. Daniel Lazzaro
    11 de Janeiro de 2015 at 01:12
    Reply

    Nunca fui, mas ouví esse tipo de relato diversas vezes. By the way: talvez esse seja um dos melhores blogs de viagem que já ví na vida. Inclusive falei sobre isso no Face. Parabéns.

    • Camila Lisboa
      12 de Janeiro de 2015 at 11:32

      Oi Daniel! Obrigada pelos elogios <3

      E sim, infelizmente é verdade... Machu Picchu é incrível, mas perde boa parte do charme pelo excesso de turistas =/

  2. Newton
    14 de Janeiro de 2015 at 16:37
    Reply

    Parabéns pelo post Camila! Estou terminando o roteiro que começo a fazer amanhã e suas dicas são importantes. Espero que os visitantes estejam cuidando mais de um bem transcendental que não é só do Peru, mas do mundo. Logo, todos tem que preservar =D

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