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Valle Sagrado por conta – Série Cusco

Valle Sagrado por conta – Série Cusco

Cusco, Peru, Valle Sagrado

Vou falar bem no começo pra frisar bem: vale MUUUUUITO a pena conhecer as ruínas do Valle Sagrado por conta. Novamente, nem é tanto por causa do dinheiro, mas pela experiência que você terá, que será muito mais completa.

O tour contratado nas agências de Cusco custam em torno de 30 a 40 soles sem incluir o almoço (algumas tentam te empurrar a comida junto, mas a um preço absurdo, não compensa de maneira nenhuma) e você conhecerá Pisac e Ollantaytambo que, junto com Saqsahuaman, são pra mim as ruínas mais lindas de Cusco (e sim, eu estou considerando Machu Picchu menos impressionante que as três e não, não foi pela experiência lotada).

De novo, o primeiro passo é ir no posto oficial de informações turísticas de Cusco, lá vão te informar certinho onde pegar a van pra Pisac, mas é bem fácil, te asseguro. Ele fica bem pertinho da Plaza de Armas, na Calle Marques, Portal Mantas 117.

Primeira parte do Valle Sagrado: Pisac

Você irá pegar uma van até Pisac, que custará 4 soles e te deixará quase em frente ao posto de informações turísticas de lá. Dê uma passada por lá também, o guia poderá te indicar algumas coisas pra fazer além das ruínas, te dirá onde pegar o ônibus pra Urubamba e de brinde pegamos uma dica de onde comer umas empanadas bem gostosas.

Valle Sagrado
Mas se você quiser imprimir esse mapa também… O nosso tour começa na Estação de Buses Urubamba y Calca

Esses postos de informações turísticas oficiais são uma bela de uma mão na roda pra quem viaja por conta, sempre surgem dicas fantásticas pra viagem, mesmo se você já tiver super informado, vale a pena sempre dar um pulinho.

Pra subir até as ruínas você tem a opção de ir a pé ou de táxi (25 soles o trecho) e eu mega recomendo o taxi, já que a subida é longa e pesada, além do fato de que ser o mesmo caminho da volta. Melhor conhecer descendo que subindo né?

Valle Sagrado
Vista da estradinha que subi (e onde estávamos, lá embaixo)

Tente chegar cedo nesse ponto também, pra se adiantar um pouco aos tours, que chegam em torno das 9 ou 10 da manhã.


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Siga sempre as setas e o mapa, não vai ter muito erro o caminho (não segui uma das setas e acabei tendo que descer um lugar meio difícil). Você passará por diversas construções, começando pelas terraças de plantio, o cemitério nas montanhas e o forte, de onde se tem uma vista inacreditável do Valle Sagrado e da cidade de Pisac.

Valle Sagrado
As lindas ruínas de Pisac… a parte comum.

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Valle Sagrado
As lindas ruínas de Pisac… a parte que nem todo mundo conhece.

Mas pra mim o mais impressionante é o templo do sol, que fica uma hora de caminhada do início. Pedras perfeitamente colocadas e uma localização perfeita. (No tour você nem chega perto de lá, é uma visita de meia hora).

Valle Sagrado
As lindas ruínas de Pisac… a parte que você só conhece se ler o OMMDA 🙂

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Valle Sagrado
E os detalhes?

Na descida você ainda se surpreende com várias construções pelo caminho, no mapa tem algumas explicações sobre os lugares, mas se você quiser mais detalhes vale a pena contratar um guia. (No esquema low cost preferi ir por conta, dando uma lida em um guia antes de ir e olhando sempre no mapa, acabei nem perguntando o custo do tour guiado na entrada).

Valle Sagrado
Quem vai no tour nem imagina o tamanho do lugar… É imenso!

Segunda parte do Valle Sagrado: Ollantaytambo

Depois de uma bela caminhada de duas horas e meia por lá, comi empanadas e fui esperar o ônibus pra Urubamba. Paguei 2,50 soles no ônibus local, meio cheio mas uma viagem tranquila, coisa de 40 minutos.

Nem se preocupe com onde parar, você deve descer no ponto final, que é no terminal. No terminal procure pelas vans para Ollantaytambo que saem assim que enchem e custarão de 0,70 a 1,50 soles (pagamos 1,50 porque fui sentada e tenho cara de gringa, rs).

Mais 20 minutos estava em Ollanta, uma cidadezinha mega charmosa com duas ruínas impressionantes abraçando todo o vale.

Se tiver perna pra mais duas horas de caminhada, vá direto pras ruínas, que estarão a umas 3 quadras da parada do ônibus. Senão, já ache uma opção bacana de hostel, que tem a rodo, dá pra escolher um do jeito que você quiser 🙂

As ruínas de Ollantaytambo valem as duas horas de caminhada pra conhecer tudo (incluídos muitos muitos muitos degraus nesse caminho). De cara você já vê o paredão de pedras dividido em pequenos andares, essa área servia tanto quanto defesa quanto para a prática da agricultura.

Valle Sagrado
Ollantaytambo e seus infinitos degraus

Depois da subida você terá uma vista incrível da cidade e também já poderá avistar as outras ruínas na outra montanha, que você poderá visitar também (essas de acesso livre, sem ticket de entrada).

Valle Sagrado - Ollantaytambo
Aí o tour não te leva não!

Lá em cima você poderá encontrar um templo, novamente com pedras de um perfeccionismo de assustar.

Valle Sagrado - Ollantaytambo
Vale tirar foto feliz? Vale sim! (mas cuidado com a altitude, rs)
Saiba de mais ruínas e atrações de Cusco e do Vale Sagrado que a entrada está garantida no seu Boleto Turístico.
Valle Sagrado
A cara não tá tão feliz porque subir até aí cansa, rs…

As ruínas que ficam na outra montanha eram usadas como depósitos para graos e sao de fácil acesso, o caminho é um pouco inclinado, mas nao muito complexo. E a vista é incrível! Vale o suor 🙂

Espero que as fotos tenham convencido vocês a conhecer por completo essas maravilhas da cultura inca 😉

Valle Sagrado
Todos os detalhes!

Se tiverem alguma dúvida, só perguntar aqui nos comentários ou na nossa página do face!

Procurando mais dicas de Cusco? Dê uma olhadinha aqui.

Gastos:

Van para Pisac: 4 soles

Táxi para ruínas: 12,5 soles (dividi com mais uma pessoa, o original 25 soles)

Ônibus para Urubamba: 2,50 soles

Van para Ollanta: 1,50 soles

Boleto Turístico: 130 soles – que não está incluído no tour e você pode ver mais detalhes aqui.

Total: 20,50 soles – você economiza pelo menos 9,50 soles comparando com fazer o tour ao Valle Sagrado 😉

E aí, vale ou não a pena?

Gostou? Comente e compartilhe nas suas redes sociais!

About the author

Viciada em viajar, mas que sossegou - só um pouco - no Chile pra abrir um hostel. Já esteve em 9 países e 90 cidades fora do Brasil. Não sabe nadar (mas sabe andar de bicicleta). É facilmente comprável com doces e bom café. E é mão de vaca (isso é um dado importante).

28 Comments

  1. Juliana C. T.
    12 de Fevereiro de 2015 at 21:04
    Reply

    Também quero conhecer os lugares sozinha, mas qual a fonte que você pesquisou para conhecer sobre as ruínas? Vi um livro que um mochileiro indicou, mas não encontrei disponível. Valeu!

    • Camila Lisboa
      12 de Fevereiro de 2015 at 22:00

      Oi Juliana! 🙂

      Eu tenho um guia da Lonely Planet do Peru, ele ajuda bem… O ‘South America on Shoestring’ (em inglês) da Lonely também é bom. Eu não gosto muito do famoooso “Guia Criativo do Viajante independente na América do Sul’ acho meio superficial.

      Mas esses da Lonely vc encontra muitas vezes no próprio hostel, aí nem precisa se preocupar em comprar 😉

      Beijos!!!

  2. Marcia
    8 de julho de 2015 at 17:48
    Reply

    Oi Camila, eu fiquei confusa quanto tempo você levou nos trajetos: 1) van que saiu de Cusco até Pisac; 2) no onibus para urubamba 3) taxi até a subida.. você poderia destrinchar este tópico para mim? Grata

    • Camila Lisboa
      8 de julho de 2015 at 20:34

      Van até Pisca: cerca de uma hora.

      Taxi até as tuínas: coisa de 15 minutos de pura subida.

      E bus até urubamba: mais cerca de 45 minutos.

      Claro que no Peru esses tempos são meio místicos, assim como o horários dos ônibus, rs. Mas eu acho que vale super a pena, porque aí dá pra conhecer bem melhor 😉

  3. Isabel
    9 de agosto de 2015 at 23:26
    Reply

    Oi Camila!
    Você comentou que desceu das ruínas até a cidade a pé, certo? Você lembra mais ou menos quanto tempo durou essa descida?
    Obrigada

    • Camila Lisboa
      11 de agosto de 2015 at 21:14

      Das ruínas de Pisac até a cidade dá umas duas horas (entre muitas fotos), Isabel 🙂

  4. Joyce
    17 de agosto de 2015 at 10:13
    Reply

    Olá Camila,

    Primeiramente parabéns e obrigada pelo site.
    Estou indo para Cusco amanhã e sozinha para ficar por 7 dias. Com certeza um dos meus passeios serão esse. O post está bem explicado de como chegar nos lugares e para voltar de Ollantaytambo (ônibus, táxi, trem) como foi?

    Retorno de MachuPicchu de trem pela estação Ollantaytambo (programado para chegar as 08:30), você acha que compensa fazer esse tour no sentido inverso do seu?

    Obrigada.

    • Camila Lisboa
      18 de agosto de 2015 at 17:42

      Espero que dê tempo de você ver 🙂

      Sim, acho que supercompensa! O sentido inverso vai dar no mesmo, são os mesmos ônibus, a mesma ideia!

      Pea voltar de Ollantaytambo pra Cusco tem muuuuuitas vans, na saída do trem você vai ser abordada com certeza, mas acho legal a ideia de conhecer Ollanta e Pisac, você vai ter tempo suficiente 🙂

      Beijos e boa viagem!

  5. Caique Moraes
    29 de dezembro de 2015 at 11:47
    Reply

    Oi, Ca.

    Parabéns pelo site, é uma maravilha quando encontramos as informações que procuramos. Eu só gostaria de saber quais locais certos eu devo ir para evitar futuras eventualidade. Qual a localização do posto de informações turísticas? Além disso, você possui alguma empresa oficial de transporte privado para recomendar?! Grande Abraço.

    • Camila Lisboa
      29 de dezembro de 2015 at 12:37

      Oi Caique! O Posto de Informações Turísticas oficial de Cusco (porque lá vc vai ver que qualquer lugar tem placa de Info Turistica, rs) fica no Portal Mantas 117, é na Calle Marques , menos de uma quadra da Plaza de Armas.

      Para transporte… olha, as coisas mudam muito em Cusco e em geral não confio muito em nenhuma agência, eles terceirizam tudo mesmo e tentam ganhar dinheiro a todo custo. Por isso mesmo escrevi essas dicas de como fazer tudo em transporte público, pra evitar ser enganado.

      Se ainda não reservou a hospedagem pra viagem, usa o nosso link da Booking, que nos ajuda pra caramba a manter o blog 😉

      É isso, espero ter ajudado e se ficou mais alguma dúvida, escreve pra gente!

      Feliz ano novo! =)

  6. Ellen
    23 de Janeiro de 2016 at 11:11
    Reply

    Camila, e em relação a altitude? Você acha que ficando um dia em cusco para aclimatação é suficiente para ir para pisac no outro dia?
    Gosto de viajar sem com excursão também mas vale a pena contratar um guia?
    Obrigada e parabéns pelo blog!

    • Camila Lisboa
      25 de Janeiro de 2016 at 21:02

      Bom, com um guia fica bem mais completo, mas tenho que admitir, Ellen, que os guias no Peru não são muito bons em geral…

      O que eu faço é dar uma lida sobre os lugares em um guia (eu tenho o do Peru da Lonely Planet) antes de ir e uma lidinha depois, porque aí dá pra entender o geral sem guia.

      E valeu pelos elogios 🙂

      Quando for viajar, não esquece de reservar pelo nosso link da Booking que ajuda com o blog! Beijos e boa viagem!

    • Camila Lisboa
      25 de Janeiro de 2016 at 21:06

      E da altitude… Sim, um dia dá pra se adaptar bem e evitar alguns danos, mas é bom evitar grandes esforços no primeiro dia e ter refeições leves!

  7. Michelle
    11 de Maio de 2016 at 23:23
    Reply

    Oi Camila!
    Obrigada de novo pelas dicas e informações!
    Agora vou fazer um comentário aqui neste post para atualizar: nós fomos por conta para Pisac e de lá para Ollantaytambo. Em Pisac não foi tão negócio porque a parte baixa do sítio está fechada (isso em 04/05/2016). Uma pedra grande caiu há três meses no meio do caminho e por segurança a instituição responsável pelo sítio fechou o acesso. Então nós acabamos pagando táxi para subir e descer da parte alta da ruínas, o q saiu meio carinho (50 soles). Daria para descer a pé pela estrada, mas decidimos não correr esse risco, achamos pouco seguro andar pela estrada, principalmente pelo modo como os motoristas dirigem por aquelas ruas.
    Então se alguém quiser ir por conta é bom ver se as ruínas da parte baixa já foram liberadas para visitação.
    Beijos

    • Camila Lisboa
      20 de Maio de 2016 at 13:00

      Oi Michele! Que bom que você lembrou de contar aqui pra gente 🙂 E sim, descer pela estrada pode não ser tão seguro, os carros descem e sobem no maior pau, dá medo mesmo. Vou pesquisar pra ver se tem data pra abrir.

      Beijos e obrigada 🙂

  8. Rafael
    27 de outubro de 2016 at 23:39
    Reply

    Oi Camila, boa noite!

    Vc detalhou muito bem em como aproveitar o Vale Sagrado sem gastar muito. Mas senti falta de um lugar: Chinchero. Muitos falam do Vale Sagrado e não mencionam Chinchero. Será que é tão desinteressante assim, será que vale a visita???

    • Camila Lisboa
      31 de outubro de 2016 at 18:07

      Sabe que eu já fui três vezes pra essa região e nunca fui a Chinchero!? =/ Sempre deu errado e ficou fora do roteiro…

  9. Gabi Moniz
    19 de novembro de 2016 at 21:24
    Reply

    Antes de mais nada, queria dizer que amei a nova cara do Melhor Mês do Ano!!! Está LINDO!!!!
    Não sabia que dava para visitar o Vale Sagrado assim por conta sem ser de carro, pois imaginava que seria complicado o deslocamento. Fomos no nosso carro e amamos!
    Adorei o post 😉
    Beijos

    • Camila Lisboa
      21 de novembro de 2016 at 16:56

      eeeee 🙂 obrigada Gabi!

      Menina, dá pra ir pra qualquer lado de ônibus 🙂 É bem fácil (e bem aventura hahaha)

  10. Vickawaii
    18 de Abril de 2017 at 23:00
    Reply

    Oi! Descobri seu blog numa interação do bloggers out and about (inclusive foi um comentário meio nada a ver porque eu não como peixe, LOL), mas estou meio que lendo todas as postagens kkkkkkk Muuuuito legal, dá facinho para se perder horas aqui no seu blog! Mas hein, no final acabei não entendendo bem porque vale mais a pena conhecer o valle sagrado por conta. Digo, é pelos lugares “extras”? Mas como ficam as informações, etc? Dá pra ver que você aproveitou e recomenda, mas tu também é uma viajante experiente hueiheiu. Queria saber se para os meros mortais que nunca viajam (euzinha) é melhor conhecer por conta ou por agência

    Beijinhos!

    • Camila Lisboa
      25 de Abril de 2017 at 14:54

      Eu gosto mais de ir por conta pela questão do tempo… já fiz esse tour com agência, mas é tão engessado que a gente nem vê as ruínas direito… é aquele tempo para escutar, tirar uma foto e correr pra van.

      Eu prefiro ir com mais calma e sem explicação – depois (ou antes), dou uma lida em algum guia e pronto 🙂 dá pra entender o básico! 😉

  11. Talita Peixoto
    8 de agosto de 2017 at 17:45
    Reply

    Oi Camila, Parabéns pelo Blog ja vou te seguir no Insta. Lí tudo até as perguntas e respostas antes de te peguntar rs, . Vou em setembro/17 agora. Pergunto:

    > Tem como depois de fazer o Valle Sagrado como você fez e depois pegar o Trem em Ollanta para águas Callientes e depois M.P ? Compensa ?
    > Se tiver jeito, como seria pra eu voltar de Machu Pichu de trem? Teria que comprar as passagens de trem com Antecedência em Cusco?
    > O tempo que você levou para conhecer o Valle por conta seria o mesmo tempo que o tour de agencia gasta?
    > Compensa comprar lembrancinhas e bolsas em Pisaq?

    • Camila Lisboa
      9 de agosto de 2017 at 14:31

      1) Tem sim! Só que tem que começar beeeeeem cedo, porque de ônibus demora um pouco mais do que no tour 😉
      2) Compra a ida e a volta em Cusco ou com antecedência pela internet… aí depende de como está o seu roteiro. As duas cias que tem melhores preços são a PeruRail e a InkaRail
      3) Demora um pouco mais porque você depende de ônibus de linha, que vai parando no caminho, e também porque você acaba conhecendo mais, como foi o caso de Pisac =) Acho até legal dormir em Ollantaytambo e depois, no dia seguinte pegar o trem pra MP… aí acho que é a maneira mais legal de aproveitar!
      4) Achei Pisac mais barata que Cusco sim! E a feira de artesanato de lá é enooooooorme! 🙂

      Espero ter ajudado! Beijos e boa viagem!

  12. Talita Peixoto
    11 de agosto de 2017 at 01:36
    Reply

    Oi Camila já entrei aqui várias vezes hoje. Já li tudo e peguei suas dicas. Você está de parabéns de encarar sem guia, quero fazer isso. Preciso de informações
    * Da tempo de fazer o Valle por conta e depois ainda ir a pé pela trilha da hidrelétrica?
    * Como eu teria que fazer pra Fazer o Valle Sagrado por conta , ir a pé e voltar a pé pela hidrelétrica.
    * E a mochila ? Deixo metade das coisas em Cusco?
    * Eu vou dormir em águas callientes na ida e na volta?
    O trem é muito caro e sai fora do meu orçamento. Um abraço espero sua resposta.

    • Camila Lisboa
      11 de agosto de 2017 at 12:38

      1 e 2) Não dá! Porque você chegaria em Ollantaytambo e não em Santa Maria. Teria que pegar uma van de Ollanta para lá e a frequencia é mística… rs passa as vezes. O ideal seria fazer esse passeio, voltar a Cusco e no dia seguinte ir de van de cusco até a hidrelétrica. Mas isso vale pros dois casos, viu… fazendo por conta ou com tour 😉
      3) Todos os hosteis tem lugar para guardar a mochila 😉 leva só uma pequena com o básico para Aguas Calientes!
      4) Pelo menos na ida sim. Na volta é opção sua… daria pra voltar no mesmo dia (mas fica bem apertado, viu… e corre o risco de vc ter que dormir em Santa Maria)

      Qualquer outra dúvida me pergunta!

  13. Emanuela
    29 de novembro de 2017 at 08:07
    Reply

    Olá, adorei seu roteiro, também gostaria de fazer o percurso pelas cidades do vale sagrado por conta…. porém ficarei 8 dias em cusco e nesses dias gostaria de me hospedar em ollantaytambo, aguas calientes e urubamba na volta, nessa ordem, nesse caso terei que levar minha mala (mala de rodinha e não mochila) e fico preocupada como seria esse transporte nas vans e nos ônibus levando junto ainda a mala??? Por exemplo, chegando em Pisac, onde voce deioxu suas coisas antes de conhecer as ruínas e a feirinha???… Por esse motivo, penso que talvez seja melhor combinar com algum táxi o trajeto Cusco-Ollantaytambo (pois teria onde deixar as malas)… Obrigada!!!!

    • Camila Lisboa
      4 de Janeiro de 2018 at 12:46

      Oi Emanuella! Então, quando fui pra Pisac, fui só com uma mochila pequemna, deixei a maioria das minhas coisas em um hostel em Cusco e levei o básico para 3 noites… foi tranquilo, sobrevivi bem com a mesma roupa, rs…

      Acho que seria a melhor opção, porque vai ser tenso andar de um lado pro outro nesses onibus MINUSCULOS, rs, com mala de rodinha =/ Ou o taxi que vc falou, mas pode sair meio caro =/

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